- Carência – As sutis armadilhas !

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Carência afetiva, sexual, econômica, de aprovação, de prestigio, de fama de vingança...carência e mais carência povoam de infelicidade e depressão a vida de tanta gente...

“Sou carente”, “Tal pessoa é ou está carente” são expressões que soam como exigência para que outros, supostamente bem dotados, doem mais e mais ao ser deficitário, num processo, interminável, pois o carente jamais se sentirá satisfeito.

A pessoa carente está sempre egocentrizada, enxergando apenas suas próprias necessidades, sem perceber ou se interessar pelas necessidades dos outros, às vezes, bem maiores e reais. O carente só quer receber, numa atitude passiva, sem fazer nenhum esforço próprio no sentido de conquistar, de merecer o seu lugar ao sol.

As pessoas generosas, sempre prontas a servir, a ver o mundo com bons olhos, a investir na busca de valores autênticos, vacinam-se contra as carências, fazem automaticamente seu crédito na poupança da vida – “é dando que se recebe” – ou então – “cada um colhe o que planta”. Quem dá atenção às necessidades alheias reais, lança uma ponte que a liga aos outros. Uma ponte de mão dupla: para doar e receber.

As pessoas carentes atuam como vampiros que vivem parasitas sugando as bioenergias de outras pessoas. Tornam-se pessoas desagradáveis e passam a ser evitadas pelo mal-estar que causam nos outros, devido a sugação de energias. Tais indivíduos poderão chegar a um estado lastimável de isolamento, que intensificará ainda mais suas carências.

Cuidado com as pessoas carentes. Elas não mendigam somente atenção, afeto, amor, dinheiro, etc. Elas também drenam suas energias. Você poderá se sentir fraco, debilitado, desanimado, deprimido sem encontrar nenhuma causa aparente. Procure detectar as pessoas carentes à sua volta, na família, no trabalho, na sociedade e não entre na delas. A melhor maneira de auxiliar uma pessoa carente é ajudá-la a desenvolver suas potencialidades, seus próprios recursos, a ser gente. Conscientizá-la do valor do trabalho altruísta e do retorno gratificante que ele proporciona. As pessoas generosas e prestativas são benquistas, têm muitos amigos e sempre recebem em dobro (ou em outra proporção) os bens que distribuem.


Sílvia Costa

 

O CHIC É SER SIMPLES

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Entro numa loja e vejo um cartaz dizendo “Seja chic. Seja simples”. Perguntei ao comerciante de onde ele tinha tirado aquela ideia e ele me disse que depois que o Papa andou de carro simples, tomou chimarrão do povo e andou com o vidro aberto o tempo todo abraçando crianças e velhos, a simplicidade virou “chic”. Cafona agora é querer privilégios e fazer ostentação, me disse ele.

Fiquei pensando no que falou o dono daquela loja e conversei com muitas pessoas a respeito. Todas me disseram ter a mesma sensação. Ostentar, usar coisas caras, exigir privilégios, ter carrões, etc. virou coisa de “novo rico” e, portanto, fora de moda, fora do tempo. A moda agora é ser simples.

E ser simples não significa não querer coisas de boa qualidade, nem viver na penúria. Ser simples é dar valor às pequenas coisas e aos pequenos gestos que o mundo de hoje esqueceu. É respeitar as pessoas pelo que elas são e não pelo que possuem de bens materiais. É acabar com a arrogância, com a presunção. Ser simples é ser normal, sem afetação, sem se deixar dominar por desejos de aparecer, de ser aplaudido, de estar sempre nos holofotes.

Ser simples é reaprender a curtir a natureza em toda a sua exuberância. É reaprender a olhar nos olhos das pessoas quando falar com elas; ser educado com pessoas simples, balconistas, garçons, motoristas de ônibus, etc. Ser simples é não perder a calma quando se é contrariado; falar baixo em lugares públicos; não falar mal dos outros. Enfim, ser simples é reaprender a ser gente.

E como seria bom se o mundo voltasse a ser povoado por gente normal e não por neuróticos cheios de vontade. Como seria bom se as pessoas voltassem a falar com licença, por favor, obrigado, me desculpe. Como seria bom se as pessoas reaprendessem a respeitar os mais velhos; ter mais afeto com as crianças. Como seria bom se as pessoas reaprendessem a amar o próximo e a lembrar que somos todos iguais.

Lembre-se: o “chic” agora é ser simples! Pense nisso. Sucesso!'
(Luiz Marins)

 

Iniciativa para a paz diária

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A paz mundial - a cura do mundo - é obtida através de um princípio muito simples. Criamos Paz sendo Paz. Esta é a verdade universal que inspirou a Iniciativa de Paz Diária, uma meditação de paz global, coletiva e diária. O propósito é reunir no mínimo de 8.000 pessoas ainda que o desejado seja 144.000 ou mais pessoas, para meditar, orar, sendo vibração de paz por 40 minutos ou mais cada dia no amanhecer ou no por do Sol. Esta poderosa forma-pensamento de paz é suficiente para causar um despertar da consciência global para podermos celebrar plenamente a paz sobre a Terra.

 

A Prática

A prática é : simplesmente aquietar a mente e criar uma experiência de sentimento de paz. A meditação é uma maneira comum de chegar a este estado harmonioso mas aqueles que não meditam ou oram, podem simplesmente visualizar e experimentar o mesmo na beleza da natureza, com o som e cantar de pássaros cantando, ou o silêncio de uma árvore. Mover-se dentro do silêncio e a partir dele criar o pensamento, emoção e sentimento de completa paz em cada célula do corpo e cada aspecto de seu ser. A Meditação por si, dissolver-se sem esforço dentro do Um, é a máxima manifestação desta vibração de paz.

Sendo nossa oração/ Meditação de Paz

Para anunciar efetivamente o novo paradigma de paz mediante um esforço coletivo-grupal de oração/meditação, é importante que criemos a oração baseado no sentimento no qual estamos nos tornando nossa oração. Os essênios chamavam de " ouhitpallel " o ato de orar a Deus para mudar a mente de Deus (como se Deus estivesse fora de nós). Lhitpallel seria fazer algo a si mesmo. Esta maneira de oração é do modo do nativo americano. Os shamans não oravam para a chuva, oravam chuva. Lhitpallel não se trata de alguém escutando nossas orações, se trata sobre cada de nós nos tornarmos nossas orações, em outras palavras, escutar nossas próprias orações tornando-se elas. Esta é a chave. Criamos um sentimento de paz, em vez de pedir paz. Em Lhitpallel estamos ativamente e intencionalmente levando nossos corações e tendo uma experiência baseado em um sentimento daquilo que estamos criando. É sentir que o que pedimos na oração já tenha se realizado, e para isso nos mantemos em um estado de graça. Se esse modo de orar não combina com você, qualquer maneira de oração e meditação com um coração sincero cria uma vibração de paz.

Para criar a paz devemos mudar a nós mesmos, chegando a ser o que desejamos ver em nós e no mundo. Quando mudamos a nós mesmos, mudamos toda a situação. Esta oração baseada em sentimento põe em seu lugar as possibilidades vibratórias do resultado particular: no caso, a paz mundial. Em outras palavras, criamos uma ressonância coletiva que chega a ser um modelo holográfico de consciência de paz. A PAZ PREVALECE SOBRE A TERRA.

Fonte: http://www.anjodeluz.net/paz/iniciativa_para_a_paz_diaria.htm