Educadores para a paz

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Campanha Global de Educação para a Paz:
Objetivos :
- criar reconhecimento público e suporte político para a introdução da Eduação para a paz em todas as esferas da educação;
- promover a formação de educadores para que possam implementar a educação para a paz..

Não haverá paz no mundo sem educação para a paz.

O que caracterizaria os educadores pela paz?  Talvez  através das três grandes áreas de atuação em vista da paz e da cultura de paz: a pesquisa, a ação e a educação para a paz

Cartilha de Direitos Humanos

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Muito se tem falado em Direitos Humanos, mas, efetivamente, faltam conceitos claros, corretos que possibilitem a aplicação na vida cotidiana.

É preciso que os educadores disponham de uma metodologia adequada para nortear suas atividades docentes.

Essa necessidade poderá ser suprida com o Projeto de Educação em Direitos Humanos na Educação Básica, da Universidade Federal do Maranhão, coordenado pela Profª Drª Cândida Costa.
A Cartilha de Direitos Humanos, desenvolvida por esse projeto, está disponível na internet . Nesta edição, damos destaque a ela, para que possa ser conhecida e utilizada .

Conheça o projeto pela apresentação da coordenação

“ O Projeto de Educação em Direitos Humanos está sendo executado pela UFMA, através do Departamento de Serviço Social e da PROEX.

Seus propósitos são: fortalecer o Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos e capacitar agentes e operadores da educação básica para incorporarem em sua prática novos elementos metodológicos que apóiem a abordagem dos temas ligados aos direitos humanos.

A idéia central é a de que Direitos Humanos são uma forma de ver a vida, gerando uma prática respeitadora dos direitos do outro, construída necessariamente na tolerância, na convivência, nos ambientes da família, da moradia, do trabalho e da vida pública.

Esta cartilha é um instrumento do projeto a ser utilizado nas oficinas de capacitação e posteriormente nos espaços dos sujeitos da educação, como instrumento dirigido às escolas e aos municípios para implementação de políticas de direitos humanos. Não tem a pretensão de esgotar os assuntos, mas de abrir os horizontes da investigação e do estudo.

Um dos componentes da cartilha é a sugestão de conteúdos e dinâmicas acerca das diferentes dimensões dos direitos humanos e dos temas transversais, como ética, saúde, meio ambiente, orientação sexual, pluralidade cultural. A transversalidade consiste na abordagem de temas que não se incluem integralmente em uma única disciplina, mas perpassam todas.

Este material pode ser aplicado junto a diferentes públicos, com as devidas adaptações conforme a percepção do educador sobre a realidade vivida por cada grupo, bem como suas características próprias. Confiamos de que cada educador (a) transformará seu compromisso com os direitos humanos em atitudes e gestos concretos no seu espaço de atuação, disseminando valores e provocando outros olhares e práticas sobre o exercício dos direitos por todas as pessoas. “

 

Para Ler : Ser Educador em Direitos Humanos Conhecer na íntegra o Projeto de Educação em Direitos Humanos, da Universidade Federal do Maranhão


acessar: www.dhnet.org.br/dados/cartilhas/a_pdf/cartilha_ma_direitos_humanos.pdf

Cartilha de Direitos Humanos

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Muito se tem falado em Direitos Humanos, mas, efetivamente, faltam conceitos claros, corretos que possibilitem a aplicação na vida cotidiana.

É preciso que os educadores disponham de uma metodologia adequada para nortear suas atividades docentes.
Essa necessidade poderá ser suprida com o Projeto de Educação em Direitos Humanos na Educação Básica, da Universidade Federal do Maranhão, coordenado pela Profª Drª Cândida Costa.
A Cartilha de Direitos Humanos, desenvolvida por esse projeto, está disponível na internet . Nesta edição, damos destaque a ela, para que possa ser conhecida e utilizada .

Conheça o projeto pela apresentação da coordenação

“ O Projeto de Educação em Direitos Humanos está sendo executado pela UFMA, através do Departamento de Serviço Social e da PROEX.

Seus propósitos são: fortalecer o Comitê Estadual de Educação em Direitos Humanos e capacitar agentes e operadores da educação básica para incorporarem em sua prática novos elementos metodológicos que apóiem a abordagem dos temas ligados aos direitos humanos.

A idéia central é a de que Direitos Humanos são uma forma de ver a vida, gerando uma prática respeitadora dos direitos do outro, construída necessariamente na tolerância, na convivência, nos ambientes da família, da moradia, do trabalho e da vida pública.

Esta cartilha é um instrumento do projeto a ser utilizado nas oficinas de capacitação e posteriormente nos espaços dos sujeitos da educação, como instrumento dirigido às escolas e aos municípios para implementação de políticas de direitos humanos. Não tem a pretensão de esgotar os assuntos, mas de abrir os horizontes da investigação e do estudo.

Um dos componentes da cartilha é a sugestão de conteúdos e dinâmicas acerca das diferentes dimensões dos direitos humanos e dos temas transversais, como ética, saúde, meio ambiente, orientação sexual, pluralidade cultural. A transversalidade consiste na abordagem de temas que não se incluem integralmente em uma única disciplina, mas perpassam todas.

Este material pode ser aplicado junto a diferentes públicos, com as devidas adaptações conforme a percepção do educador sobre a realidade vivida por cada grupo, bem como suas características próprias. Confiamos de que cada educador (a) transformará seu compromisso com os direitos humanos em atitudes e gestos concretos no seu espaço de atuação, disseminando valores e provocando outros olhares e práticas sobre o exercício dos direitos por todas as pessoas. “

 

Para Ler : Ser Educador em Direitos Humanos

e

Conhecer na íntegra o
Projeto de Educação em Direitos Humanos,
da Universidade Federal do Maranhão


acessar

www.dhnet.org.br/dados/cartilhas/a_pdf/cartilha_ma_direitos_humanos.pdf

 

Os desafios da educação profissional de adolescentes e jovens

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O que se observa no cenário atual do emprego juvenil é uma razoável oferta de programas de profissionalização nos distintos níveis de governo e uma reduzida adesão por parte dos jovens a que estes programas se destinam. Por outro lado, o mundo do trabalho, em função da globalização, das inovações tecnológicas e de outros elementos próprios ao quadro econômico contemporâneo, está a exigir um novo perfil do trabalhador jovem.

*Graça Gadelha, socióloga, especialista na área da Infância e da Juventude e consultora sênior do Instituto Aliança aborda este desafio em matéria publicada no site do Promenino.

O direito à profissionalização e proteção ao trabalho é um dos estabelecidos pela Lei Federal nº 8.069/1990, que aprovou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Hoje, 25 anos depois, a implementação de políticas e programas que garantem esse direito permanece como desafio. Prova disso são os mais de 3,2 milhões de crianças e adolescentes que continuam trabalhando (PNAD/2013) no Brasil e a baixa adesão de jovens aos programas de aprendizagem profissional.

No conceito, a aprendizagem é um processo de formação técnico-profissional para adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos que, por meio de um contrato de aprendizagem, desenvolvem atividades produtivas dentro de uma instituição e/ou empresa, segundo as diretrizes da Lei nº 10.097/2000, assegurando-se ao aprendiz todos os direitos trabalhistas e previdenciários. Essa legislação teve por objetivo produzir as condições objetivas para que políticas e programas públicos viabilizem a inserção qualificada desses segmentos ao mundo do trabalho.

Na prática, o que se observa no cenário atual do emprego juvenil é uma razoável oferta de programas de profissionalização nos distintos níveis de governo e uma reduzida adesão por parte dos jovens a que estes programas se destinam. Por outro lado, o mundo do trabalho, em função da globalização, das inovações tecnológicas e de outros elementos próprios ao quadro econômico contemporâneo, está a exigir um novo perfil do trabalhador jovem.

Exemplo disso se observa nas empresas que ofertam capacitação em serviço, e que exigem dos candidatos o conhecimento prévio de estratégias que permitam a atuação em equipe, gerenciamento de conflitos, capacidade de lidar com novas situações e conhecimentos mínimos de ferramentas operacionais, administrativas e tecnológicas. Entretanto, muitos jovens não compreendem o papel destas ofertas e passam a avaliá-la como um elemento adicional curricular de pouca importância. As famílias, na maioria das vezes, exercem uma pressão para um ingresso imediato no mercado e uma participação no orçamento familiar, sem considerar a importância que essa inserção se efetive de forma qualificada e mais permanente.

Constata-se, por outro lado, que os jovens começam a pertencer paulatinamente ao mundo dos adultos, sem, contudo, haver uma transição formalizada para a inserção em suas novas perspectivas de vida, responsabilidades individuais e coletivas e atuação diante da sociedade. Neste contexto, cabe destacar alguns aspectos levantados pela Agenda Nacional de Trabalho Decente para a Juventude (ANTDJ), em pesquisa de 2011, sobre a situação juvenil. O primeiro deles é que o ingresso no mercado de trabalho é fortemente marcado por desigualdades sociais: mais pobres ingressam mais cedo e em trabalho precário, ou apresentam dificuldades em conciliar trabalho e estudo. Estas questões permanecem como desafios e reforçam a necessidade de se aproximar o diálogo entre gestores públicos, instituições sociais, empresas, famílias e os próprios beneficiários.

O desemprego juvenil, que se distribui desigualmente em função de fatores como classe, gênero e raça é, reconhecidamente, um dos fatores que aumenta a possibilidade da prática precoce de atividades ilícitas e a busca pela informalidade, tendo de ser alvo direto de enfrentamento, principalmente considerando que a maior taxa de desemprego entre os jovens reside naqueles com idade entre 15 e 17 anos. Observa-se, ainda, que jovens provenientes de famílias de baixa renda estão menos qualificados do que os das classes médias para obter acesso a essas oportunidades, devido a fatores como formação educacional precária ou insuficiente, falta de instrumentos de leitura e de uma rede de relações que promova o acesso a um trabalho decente.

Algumas dessas questões encontraram eco no estado do Ceará, a partir de iniciativas do governo estadual, por intermédio da Secretaria de Educação (SEDUC), em parceria com o Instituto Aliança, que desenvolveu uma proposta pedagógica baseada no estímulo a que 45 mil adolescentes e jovens estudantes vinculados a 110 escolas profissionais de tempo integral construam seus planos de vida e de carreira, trabalhando e potencializando as competências socioemocionais e produtivas.

As políticas públicas direcionadas para a juventude têm como missão prevenir e deslocar jovens da marginalidade, eliminando a entrada ou reduzindo a sua permanência nesta condição, sobretudo daqueles em elevado risco social. Na população pertencente a estratos sociais mais vulneráveis da sociedade, especialmente, a oferta de cursos profissionalizantes para alunos oriundos das escolas públicas e com baixo poder aquisitivo deve ter como objetivo reduzir as diferenças de oportunidades de acesso e a sua manutenção no mercado de trabalho.

Nesta perspectiva, a efetiva aplicação da Lei de Aprendizagem, sem dúvida, funcionaria como estratégia assertiva para alcançar esse grupo etário que ainda não encontrou oportunidades educativas para uma inserção qualificada no mundo do trabalho.

Fonte: www.promenino.org.br/noticias/colunistas/os-desafios-da-educacao-profissional-de-adolescentes-e-jovens?utm_source=emailmanager&utm_medium=email&utm_campaign=Boletim_113

A rua como espaço de aprendizado para todos

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Helena Singer, diretora da Associação Cidade Escola Aprendiz, explica o que são territórios educativos.

matéria reproduzida de :

www. porvir.org/destaque/rua-como-espaco-de-aprendizado-para-todos/20150416

Por Pedro Nogueira, do Portal Aprendiz

Sem muros, uma escola se abre para a comunidade. Em simbiose com os demais equipamentos da região, com a rede de proteção à infância, com coletivos artísticos e organizações sociais, os habitantes desse local se articulam para garantir que a rua seja um espaço de aprendizado para todas as idades. A ideia de que só “os especialistas” detêm o conhecimento cai por terra e as pessoas que ali vivem adicionam suas experiências e saberes na construção de um projeto de desenvolvimento local que começa, mas não termina, no campo da educação. Para além do “Se essa rua fosse minha”, uma proposta: E se esse bairro fosse de todos?

A descrição acima parece um pouco fantasiosa, mas já é realidade em diversas comunidades do Brasil que resolveram assumir sua vocação educativa e converteram-se em Territórios Educativos.

 

 

 

 

 

 

 

 Crédito: carloscastilla / Fotolia.com

Mas o que é um Território Educativo?

Para Helena Singer, diretora da Associação Cidade Escola Aprendiz e organizadora da Coleção “Territórios Educativos – Experiências em Diálogo com o Bairro-Escola”, que acaba de ser lançada pela Editora Moderna, é um lugar que atende a quatro requisitos: possui um projeto educativo para o território criado pelas pessoas daquele espaço; agrega escolas que reconhecem seu papel transformador e que entendem a cidade como espaço de aprendizado; multiplica as oportunidades educativas para todas as idades; articula diferentes setores – educação, saúde, cultura, assistência social – em prol do desenvolvimento local e dos indivíduos.