OBRAS SOBRE “ BRINCAR”

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A autora da obra, pedagoga especialista em Educação Infantil, conduz o leitor por uma série de reflexões sobre o valor teórico e prático das brincadeiras para o desenvolvimento das crianças levando em consideração os pontos de vista de Jean Piaget e Lev Vygotsky. Apresenta também uma série de estudiosos do brincar e definições sobre o lúdico dadas por eles, um incentivo para pesquisa.

Destaque Os quadros “Ação pedagógica” “Ação docente” e “Ação reflexiva”, que aparecem ao fim de cada capítulo e propõem discussões entre os educadores e práticas com os alunos.

O Desenvolvimento da Criança Através do Brincar, Adriana Friedmann, 152 págs., Ed. Moderna, tel. 0800-172-002

http://revistaescola.abril.com.br/biblioteca-virtual/desenvolvimento-crianca-brincar-600579.shtml


Recreacao Em Acao - Vania Maria Cavallari (8527408724)

 

 

• Autor: Vania Maria Cavallari
• Editora: ICONE
• Nº de Páginas: 272

 




 

 

VAMOS BRINCAR! - SAÚDE E ORIENTAÇÃO FAMILIAR - 2012
TEJADA, YOLANDA SAENZ DE - Editora Martins Fontes

 

 

 

 

 

245 JOGOS LÚDICOS - PARA BRINCAR COMO NOSSOS PAIS BRINCAVAM - 2011
JOSE RICARDO MARTINS MACHADO; MARCUS VINICIUS DA SILVA NUNES - Editora Wak

 

 

 

 

 

 

BRINCAR É SAÚDE: O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA PREVENTIVA
VERA BARROS DE OLIVEIRA E AIDYL M. QUEIROZ PÉREZ-RAMOS (ORGS.) - Editora Wak

 

 

Acesse relação de obras sobre o brincar pelo link:

http://www.relativa.com.br/defaultlivros.asp?Ordenado=MaisVendido&Origem=Pesquisa&PalavraChave=brincar&TipoPesquisa=Titulo&x=0&y=0


Bibliografia especifica sobre Jogos Cooperativos acessar pelo link:

http://www.guaxupaz.com.br/web/index.php/cultura-de-paz-2/educacao-para-paz/178-jogos-cooperativos-da-competicao-para-a-cooperacao

  

 Obras em PDF

 “Modos de brincar- caderno de saberes, fazeres e atividades. “

Abordagem de questões etno-raciais e culturais na educação infantil

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/kit/MODOSBRINCAR-WEB-CORRIGIDA.pdf


Trabalho cientifico:

Jogos eletrônicos: virtualização do brincar
Luciana grandini CABREIRA1
Olga Ribeiro de AQUINO

RESUMO: antes as brincadeiras cansavam o corpo todo, os jogos de “queima”, “esconde-esconde”, “rela-rela” tinham que terminar quando a noite chegava, pois era hora de voltar para casa. Com os “games” vemos que não acontece assim. Os jogos eletrônicos são capazes de conter e espelhar a maioria dos avanços tecnológicos da atualidade, as possibilidades são inúmeras e podem conter os mais diversos
assuntos, que uma vez marcados ali no livro do professor, podem saltar para as telas dos micros, com títulos pedagógicos. Dessa forma, a compreensão da atuação do professor como mediador dessas novas tecnologias torna-se imprescindível para que esse “playground” eletrônico cumpra seu papel de coadjuvante na educação. A fim de nortear este estudo elegemos os pressupostos teóricos da abordagem qualitativa, tendo como instrumentos de coleta de dados a observação participante e a entrevista semi-estruturada. Neste estudo entrevistamos os professores de 3ª e
4ª séries, do Ensino Fundamental I de uma Instituição Particular de Ensino de Maringá, destacando o trabalho que realizam no laboratório de informática com o objetivo de compreender como os jogos eletrônicos têm sido utilizados no contexto escolar. A análise dos dados revelou a forma com que esses professores atuam no processo de mediação dos jogos eletrônicos, tanto no laboratório de informática, através dos títulos pedagógicos, quanto nas salas de aula, pois precisam lidar com
os efeitos que os “games” provocam em seus alunos. O professor quando se depara com as revoluções tecnológicas processadas em nossos dias, tende a refletir quanto ao papel que desempenha frente a seus alunos, no sentido de traduzir esses avanços, tornando-os favoráveis ao aprendizado.

Para conhecer o trabalho na íntegra acessar:

http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/educacaoemrevista/article/viewFile/609/492


O brincar da criança com câncer no hospital: análise da produção científica

Adriano Valério dos Santos

http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v28n4/15.pdf

 

No ritmo da COOPA

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Futebol Cooperativo - FUTPAR

Entrando no ritmo da COOPA,
Futebol Cooperativo - FUTPAR: É bem parecido com um jogo de futebol convencional, mas aqui cada time é formado por duplas.
Pratique o FUTPAR e faça como a turma do Projeto ECO RECREAR http://projetoecorecrear.blogspot.com.br/Compartilhe fotos, vídeo e espalhe a história do seu Futebol Cooperativo.

Futebol Cooperativo - FUTPAR: É bem parecido com um jogo de futebol convencional, mas aqui cada time é formado por duplas que devem permanecer ligadas todo o tempo (Mãos dadas, Camisas duplas, etc). Se alguma dupla separar durante o jogo, é marcada falta para o outro time.

Dicas:
• Utilizar mais de 01 bola ao mesmo tempo, de diferentes tamanhos.
• Ao sinal do professor, as duplas do mesmo time trocam de parceiros entre si.
• A cada gol, todas as duplas trocam de parceiros, misturando os dois times.

Fonte: Brotto, Fábio O. (2004), Jogos Cooperativos: Se o importante é competir, o fundamental é cooperar. Santos: Editora Projeto Cooperação.
— com Eco Recrear.

https://www.facebook.com/coopadefutebolcooperativo?ref=stream

 

Recriação de histórias pela abordagem pacífica

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As histórias infantis são apenas encantamento e estímulo à imaginação das crianças, ou trazem implícitas nos enredos atitudes agressivas e preconceituosas?

A violência nos contos infantis, nos filmes e desenhos animados é uma realidade que passa despercebida pela maioria dos pais e educadores.

Samuel Nascimento em seu artigo “ A Violência nos contos infantis” leva o leitor a refletir sobre o tema buscando uma forma melhor de trabalhar o conto infantil, sem estimular as atitudes anti-éticas como : levar as crianças a ter preconceitos por velhos, madrastas e outros tantos personagens que povoam os contos infantis.

O articulista faz referências à pesquisadoras de Literatura Infantil. Uma delas, Bárbara Vasconcellos de Carvalho sugere modificações nos enredos de histórias tradicionais para adequá-las às concepções de infância/criança do momento atual. Certos personagens podem ser substituídos e algumas passagens ser alteradas sem que se modifique o sentido das estórias. São citados os exemplos da estória “Pele de Asno”, cujo enredo é a perseguição de um pai que deseja casar-se com a própria filha... O Chapeuzinho Vermelho, cuja avó é devorada pelo lobo mau. “Branca de Neve” e a “Gata Borralheira” são perseguidas pelas madrastas. A pesquisadora sugere que a personagem do pai ( pelo absurdo do incesto) seja substituída por um velho e amigo da família; as madrastas, por entidades diferentes, para que não sejam sistematizadas as más ações / sentimentos em um só tipo de criatura, criando uma predisposição negativa no espírito da criança. As autoras da obra "Literatura Infantil: Voz de Criança" , Maria José Palo e Maria Rosa Oliveira, alertam para as contingências chocantes de contos infantis como velhas feias, bruxas de aparência medonha etc., pois estes biótipos podem ser os mesmos do convívio das crianças. Segundo elas, as qualidades e defeitos devem ser pontuados, mas sem se criar símbolos.

O articulista Samuel Nascimento, apoiado nos textos de referência, chama a atenção para o fato de que se traçarmos um parâmetro entre a história de João e Maria e os milhares de órfãos que habitam as ruas das grandes cidades, veremos que a história se repete nos dias atuais. Há muitas madrastas más, pais irresponsáveis e órfãos maltratados. As perversidades praticadas e outras ações que aparecem nos enredos são um mau exemplo para as crianças. No entender do articulista, estes temas quando bem trabalhados podem ter outra forma de abordagem. Segundo ele, a história de João e Maria poderia terminar com os dois sendo adotados por uma senhora solitária que morava na floresta, numa casinha cheia de amor e alegria. Recomenda buscar, dentro da própria literatura, uma fórmula para reverter essa situação, contando as mesmas histórias, porém com uma nova ótica.

O artigo de Samuel Nascimento poderá ser lido na íntegra acessando :

http://ohistoriador.arteblog.com.br/622453/Artigo-A-violencia-nos-contos-infantis/

Histórias recriadas pela abordagem pacífica

Os Três Porquinhos fazem um amigo inseparável...


"Era uma vez um lobo solitário que queria muito ter amigos. Nas suas andanças procurando um amigo encontrou um porquinho que vivia numa casa de palha. O porquinho olhou o lobo pela janela e ao ver sua aparência, preto, alto, forte, uma boca enorme e cheia de dentes, ficou desconfiado e não abriu a porta.

O lobo gritava para o porquinho. Eu quero ser seu amigo! Eu quero ser seu amigo! E de tanto gritar e por ser forte e grande, a força de seu grito fez desmoronar a casa de palha do porquinho que já estava discriminando o lobo por sua aparência, mais assustado ainda ficou e fugiu. O lobo foi atrás do porquinho gritando: Eu quero ser seu amigo! Eu quero ser seu amigo!

CNJ e MJ lançam cartilhas para auxiliar famílias sobre divórcio

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Durante o III Encontro Nacional dos Núcleos de Conciliação, nesta segunda-feira (5/8) no Conselho da Justiça Federal (CJF), em Brasília/DF, foram lançadas duas Cartilhas de Divórcio – uma direcionada aos pais e a outra aos filhos adolescentes – resultado da parceria entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ministério da Justiça. “Vivemos um momento histórico no nosso país em que o Poder Judiciário se mobiliza para implantar a cultura de paz na nossa sociedade e reduzir a litigiosidade”, afirmou a organizadora da cartilha Vanessa Aufiero da Rocha.

Juíza de família há 15 anos, Vanessa da Rocha ressaltou que, da observação de intensa litigiosidade nas relações familiares, “resolveu-se levar um pouco dessa cultura de paz para essas famílias que enfrentam o divórcio ou uma dissolução de união estável e todos os conflitos deles decorrentes, por meio da cartilha e do Projeto Oficina de Pais e Filhos, ao qual ele está relacionado”. De acordo com ela, a cartilha também foi concebida com base na experiência de alguns estados brasileiros como Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e de outros países como Estados Unidos da América e Canadá, com o intuito de ajudar famílias fragilizadas que procuram o Judiciário para a solução de seus conflitos no âmbito familiar.

A organizadora da Cartilha contou que o projeto foi instalado em março de 2013 na Comarca de São Vicente/SP, na qual a juíza é titular. A Oficina de Pais e Filhos já atendeu 135 homens e mulheres e os respectivos filhos. Destes, 120 preencheram uma ficha de avaliação e 94% deles disseram estar satisfeitos ou muito satisfeitos diante da nova postura do Poder Judiciário. “Essa experiência trouxe resultados bem positivos para a sociedade e revelou uma postura mais acolhedora e pacificadora do Judiciário”, ressaltou a juíza.

“Por meio da Cartilha de Divórcio direcionada aos pais, nós os orientamos sobre como eles podem proceder para ajudar os filhos para se adaptarem melhor a essa fase de reorganização familiar sem maiores traumas para os filhos”, disse Vanessa da Rocha, acrescentando que, por meio da Cartilha de Divórcio direcionada aos filhos adolescentes, são dadas orientações de como superar esses momentos de suas vidas.

Clique aqui para acessar a Cartilha de Divórcio para os pais.

Clique aqui para acessar a Cartilha de Divórcio para os filhos adolescentes.

Oficinas – Vanessa da Rocha salientou que as oficinas, realizadas no Centro de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC), são destinadas aos pais – bem como aos respectivos filhos menores de 7 a 17 anos de idade – que enfrentam conflitos jurídicos como ação de divórcio, ação de dissolução de união estável, ação de guarda e ação de regulamentação de visitas. Segundo ela, os pais recebem as cartilhas e também instruções por meio de vídeos, palestras e exercícios de como eles podem agir para que todos os integrantes daquela família se adaptem melhor a essa nova fase de reorganização familiar.