IGUALDADE DE GÊNEROS ( Homens e Mulheres)

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A Declaração dos Direitos Humanos, no Artigo II, garante :
“ Todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidas nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo,língua, religião, opinião política ou de outra natureza ,origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.”

Os Conselhos de Direitos das Mulheres têm por objetivo desenvolver ações que promovam a igualdade de oportunidades de direitos entre Homens e Mulheres e assegurar à população feminina o exercício de seus direitos e deveres.

Um dos oito eixos temáticos da Cultura de Paz é a Igualdade entre os gêneros.

Algumas fontes de consulta:

www.observatoriodegenero.gov.br

www.sepm.gov.br

 

As mulheres na defesa dos Direitos Humanos

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As mulheres desempenham um papel central, no movimento global de defesa dos Direitos Humanos. Como activistas elas protegem e promovem os Direitos Humanos para todos. Em todos os países, de todos os estratos sociais, idades e profissões, as defensoras dos Direitos Humanos das Mulheres, exigem o respeito dos Direitos Humanos mais básicos, para as suas famílias, para as suas comunidades, para si mesmas e para os outros. Incansavelmente, procuram justiça para os seus entes queridos ou colegas, que foram torturadas, mortas, e que “desapareceram” às mãos de forças governamentais e não governamentais; apoiam os inúmeros sobreviventes de abusos dos Direitos Humanos e as suas famílias, na procura de justiça, e protestam contra a crescente impunidade da violência contra as mulheres.

As mulheres defensoras dos Direitos Humanos enfrentam violações específicas devido aos temas que defendem e ao seu sexo. Desafiam normas culturais, religiosas e sociais relacionadas com o papel tradicional das mulheres nas suas comunidades e na sociedade como um todo. Como resultado, vêem–se ameaçadas pela violência, especialmente se são mulheres de grupos étnicos marginalizados e, são frequentemente sujeitas a repressões e perseguições – desde abusos verbais até perseguições sexuais, violações e assassinato.

Apesar dos riscos e pressões, os activistas – homens e mulheres – continuam a defender os Direitos Humanos das Mulheres e as mulheres da violência e da discriminação.

DIA DA MULHER – PARA QUÊ? O QUE FAZER ? COMO FAZER?

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A Declaração dos Direitos Humanos, documento proclamado por todas as nações integrantes da ONU, garante a todo homem os direitos e liberdades estabelecidas na referida Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição.

Porém, apesar do avanço da civilização em muitos aspectos, ainda prevalecem discriminações de toda ordem, mesmo em países de primeiro mundo. A discriminação da mulher varia de cultura para cultura, de forma mais sutil até as mais agressivas e abomináveis. No decorrer do tempo, a luta pelo respeito aos direitos da mulher foi ganhando força, em diversas partes do mundo.

No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de Nova Iorque fizeram greve, reivindicando melhores condições de trabalho. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica. A repressão da manifestação foi tão violenta a ponto de incendiarem a fábrica e cerca de 130 tecelãs terem morrido carbonizadas.

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça

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Com seis anos de atuação, Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça alcança mais de mais de 80 empresas e instituições públicas e privadas e 830 mil homens e mulheres trabalhadoras

Discriminações de gênero e raça que criam obstáculos para a contratação e ascensão de profissionais nas empresas receberão, na próxima terça-feira (22/5), uma resposta assertiva de empresas públicas e privadas. Sob a liderança da ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), 85 corporações vão assinar, em Brasília, o termo de compromisso da 4ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça.

Essa etapa marca o início de um conjunto de ações, que pretendem transformar de maneira positiva a cultura das organizações. Entre elas, destacam-se: elaboração de plano de ação com metas para combater as discriminações de gênero e raça baseadas na realidade da empresa, monitoramento das mudanças previstas por comitê independente ligado a universidades, avaliação do cumprimento das metas e certificação.

A novidade da 4ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça é a incorporação da dimensão racial. Pela primeira vez, o recorte racial se insere entre as estratégias para promover igualdade de oportunidades e de tratamento entre mulheres e homens nas organizações públicas e privadas por meio do desenvolvimento de novas concepções.

POR QUE OS HOMENS AGRIDEM AS MULHERES?

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A Pesquisa “Percepções sobre a Violência Doméstica contra a Mulher no Brasil”- 2011, realizada pelo Instituto AVON/IPSOS , apresenta estatísticas sobre diversos aspectos da violência cometida contra as mulheres.

Em relação aos motivos que desencadeiam a agressão contra as mulheres, os resultados foram os seguintes:

Motivos declarados pelas mulheres

Questionadas sobre o que acreditam que motivou agressões graves, 246 mulheres declararam os seguintes motivos:

Ciúmes ……………………………… 48

Bebidas/alcoolismo ……………….43

Falta de respeito…………………….26

Desconfiança…………………………20

Traição…………………………………..20

Desentendimentos cotidianos.. .19

Problemas financeiros……………. 18

Desequilíbrio emocional …………..18