Fontes de Informações e Estudo sobre Justiça Restaurativa

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- O Projeto Justiça 21 – Instituindo Práticas Restaurativas dispõe de um Kit de materiais didáticos e operacionais desenvolvidos com o objetivo de “ promover as práticas da Justiça Restaurativa como estratégia de pacificação de violências envolvendo crianças e adolescentes.”

Sem propor qualquer padronização, tem intenção de socializar subsídios e informações aos interessados em divulgar e implementar as práticas restaurativas em sua comunidade ou área de atuação profissional.

Disciplina Restaurativa para Escolas

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Autora: Lorraine Stutzman Amstutz

De onde nos veio a noção de que o sofrimento corrige o mau comportamento? Como resolver problemas disciplinares de forma a fortalecer a comunidade escolar e os laços de coleguismo e cuidado mútuo? Estas e outras questões são abordadas nesta obra de grande aplicabilidade prática e clareza conceitual.

Ao longo de suas páginas, nos vemos imersos no universo da escola dos nossos dias, que sofre a pressão de violências estruturais manifestadas nos mais diversos sintomas: bullying ou assédio moral escolar, baixo rendimento acadêmico, absentismo, vandalismo e conflitos de toda ordem. É nesse contexto que as autoras nos oferecem o arcabouço conceitual da Justiça Restaurativa e as experiências bem-sucedidas das Escolas Pacificadoras e outras metodologias aplicadas em várias partes do mundo.

Formação em Fundamentos da Justiça Restaurativa ESPERE (Escola de Perdão e Reconciliação)

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CDHP- Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo (SP)

Esta formação de 40 horas está fundamentada na Metodologia das Escolas de Perdão e Reconciliação – ESPERE desenvolvida pela Fundación para la Reconciliação em Bogotá, Colômbia. Forma para as possibilidades do perdão e da reconciliação, aprimorando as habilidades necessárias para uma convivência mais humana e menos violenta.

3° SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE JUSTIÇA RESTAURATIVA

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A Justiça Restaurativa é uma realidade que avança e cresce no Brasil, com a vitalidade e força próprias do anseio coletivo por Justiça enquanto valor universal. Experiências brasileiras confirmam ser possível as instituições do Estado Democrático de Direito conviverem com alternativas de solução dialogada de conflitos. Demonstram que, mais além do rigor da lei processual e das garantias constitucionais, existe espaço para o encontro, o consenso e a convergência, sem descuidar de conquistas fundamentais como a legalidade, o devido processo legal, a presunção de inocência e a ampla defesa.