FATOS DA ÁGUA NO MUNDO...e onde ela não está, tudo o mais torna-se irrelevante...Think about....

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Mais de 3,4 milhões de pessoas morrem a cada ano a partir de água, saneamento e causas relacionadas com a higiene. Quase todas as mortes, 99 por cento, ocorrem no mundo em desenvolvimento

A falta de acesso à água potável e ao saneamento mata crianças a uma taxa equivalente de um jato Jumbo caindo a cada quatro horas

Dos 60 milhões de pessoas adicionadas a cada ano às vilas e cidades de todo o mundo, o maior movimento vão para os assentamentos informais (ou seja, favelas) sem facilidades de saneamento

780 milhões de pessoas não têm acesso a uma fonte melhorada de água, cerca de uma em cada nove pessoas.

A crise de água e de saneamento toma mais vidas através de doenças do que qualquer guerra através de armas.

Um americano que toma um banho de cinco minutos utiliza mais água do que a média das pessoas em uma favela de país em desenvolvimento usa num dia inteiro.

Mais de 2,5 vezes da população dos Estados Unidos carecem de água no mundo...

Mais pessoas têm um telefone móvel do que um banheiro em casa....

Síntese de informações feitas por Henrique Carvalho das seguintes referências:

Co-founded by Gary White and Matt Damon, Water.org is a nonprofit organization: ==>>> http://water.org/
the nation's most effective environmental action group: ===>>> http://www.nrdc.org/water/default.asp
The Blue Project: ===>>> http://www.blueplanetproject.net/
Flow the Film: ===>>> http://www.flowthefilm.com/trailer


QUESTIONAMENTO de Henrique Carvalho diante destes fatos:

COMO se desenrolarão os CONFLITOS
entre a POPULAÇÃO mundial por água potável e as empresas com uma forte agenda de privatização e de monitoramento corporativo pela mesma água????

 

Boas práticas promovem desenvolvimento sustentável

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Diagnósticos realizados pelo Projeto Litoral Sustentável identificam iniciativas municipais que promovem o desenvolvimento por meio da preservação do meio ambiente, da valorização de produtores locais, de atividades culturais, da saúde e do fortalecimento do comércio

Faça download do release em DOC
Iniciativas com origem na sociedade civil e nas administrações públicas mostram como municípios da Baixada Santista e do Litoral Norte vêm promovendo o desenvolvimento sustentável com soluções originais criadas a partir das próprias características de cada cidade.

No último ano, ao longo da realização dos diagnósticos urbanos de cada uma delas, o projeto Litoral Sustentável, promovido pelo Instituto Pólis com apoio da Petrobras, tem reunido algumas dessas iniciativas. Conheça algumas delas:

Projeto Juçara
Com a finalidade de recuperar uma espécie vital para a Mata Atlântica, o projeto capacita as comunidades no manejo sustentável da espécie, oferece uma alternativa ao corte (e derrubada) da planta para retirada do palmito (com a retirada apenas dos frutos, a palmeira permanece em pé e pode produzir durante décadas), possibilita a geração de renda e, portanto, contribui para a permanência dessas famílias na terra e valoriza sempre o trabalho das comunidades na preservação da juçara. Criado em 2005, o projeto envolve cerca de 50 famílias nos município de Ubatuba, São Luís do Paraitinga e Natividade da Serra e, até o momento, conseguiu recuperar 200 hectares de floresta, plantar 36 mil mudas e implantar duas unidades de beneficiamento que produziram 9,5 toneladas de polpa de juçara.

Leia mais


Fonte: www.litoralsustentavel.org.br

 

Cartilha ensina como agricultor familiar pode comercializar produtos

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Como o pequeno agricultor familiar pode vender os produtos cultivados em sua propriedade nos mercados locais e, com isso, aumentar a renda e melhorar a qualidade de vida de sua família?

Por Elton Pacheco
Fonte: Fundação Banco do Brasil
http://www.fbb.org.br/reporter-social/cartilha-ensina-como-agricultor-familiar-pode-comercializar-produtos.htm

Para responder à pergunta, a Fundação Banco do Brasil e a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes) lançaram, na quarta-feira (25), a cartilha Estratégia de Acesso a Mercados para a Agricultura Familiar.

Composta por 66 páginas e tiragem de 10 mil exemplares, a publicação orienta também o pequeno agricultor a buscar parcerias necessárias para garantir qualidade e regularidade no fornecimento de alimentos aos mercados populares. A publicação é gratuita e é destinada para agricultores familiares e demais interessados no tema. Ela apresenta, ainda, informações sobre o processo de comercialização e políticas públicas e programas de governo de incentivo aos produtores.

Estratégia de Acesso a Mercados para a Agricultura Familiar está também disponível para download no link Midiateca, no site da Fundação Banco do Brasil (wwww.fbb.org.br). Para fazer o download direto, clique aqui: http://bit.ly/14IkbWr

O lançamento aconteceu no mesmo dia em que a Unicafes, com o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag), realizou cerimônia para marcar a adesão ao Ano Internacional da Agricultura Familiar. O evento foi realizado na sede da Contag, em Brasília, como parte do VII Encontro Nacional do Cooperativismo Solidário, promovido pela Unicafes nos dias 25 e 26 de setembro.

O Ano Internacional da Agricultura Familiar tem como objetivo, dar destaque a uma das atividades mais vitais para o desenvolvimento da sociedade: a produção de alimentos e trabalho na terra. De acordo com indicadores do IBGE, a agricultura familiar já é responsável por 70% do fornecimento de cerca de 70% dos produtos da cesta básica dos brasileiros.

FAÇA O DOWNLOAD DA CARTILHA

Mais informações
(61) – 2102 2288

Mineiros lideram financiamentos para produção sustentável

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Liberação de recursos para programa que estimula baixa emissão de carbono aumenta 276,5% .

Os produtores de Minas Gerais seguem como os que mais contratam crédito pelo Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC). Foram R$ 434,1 milhões em 1,6 mil contratos firmados pelos mineiros entre julho de 2012 e março de 2013. Os dados são da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA/Mapa).

O segundo maior estado em volume de empréstimos foi São Paulo, com R$ 360,6 milhões em 1,1 mil contratos. Sozinhos, mineiros e paulistas responderam por 34,5% dos R$ 2,3 bilhões liberados pelo programa nos nove primeiros meses do Plano Agrícola e Pecuário 2012/13.

Mesmo com valores menores de financiamento, os estados do Centro-Oeste também se destacaram. Após Minas Gerais e São Paulo, os produtores do Mato Grosso do Sul (R$ 290,3 milhões), Mato Grosso (R$ 243 milhões) e Goiás (R$ 218 milhões) foram os que obtiveram empréstimos.

Os empréstimos em todo o Brasil pelo Programa ABC aumentaram 276,5% na temporada atual em relação à anterior.

Essa linha de crédito faz parte das iniciativas previstas no Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono, que tem o objetivo de organizar e planejar ações para a adoção das tecnologias de produção sustentáveis, com o objetivo de reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) no setor agropecuário no País.

Ao todo são sete os programas, sendo seis referentes às tecnologias de mitigação e outro com ações de adaptação às mudanças climáticas:

- Recuperação de Pastagens Degradadas;
- Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e Sistemas Agroflorestais (SAFs);
- Sistema Plantio Direto (SPD);
- Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN);
- Florestas Plantadas;
- Tratamento de Dejetos Animais;
- Adaptação às Mudanças Climáticas.

A abrangência do Plano ABC é nacional e tem duração prevista até 2020.


http://www.agricultura.gov.br/politica-agricola/noticias/2013/05/mineiros-lideram-financiamentos-para-producao-sustentavel