Conheça os 12 princípios do consumo consciente

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Consumir com consciência é consumir diferente, tendo no consumo um instrumento de bem estar e não um fim em si mesmo

1. Planeje suas compras
Não seja impulsivo nas compras. A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Planeje antecipadamente e, com isso, compre menos e melhor.

2. Avalie os impactos de seu consumo
Leve em consideração o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo.

3. Consuma apenas o necessário
Reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos.

4.Reutilize produtos e embalagens
Não compre outra vez o que você pode consertar, transformar e reutilizar.

5.Separe seu lixo
Recicle e contribua para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.

6.Use crédito conscientemente
Pense bem se o que você vai comprar a crédito não pode esperar e esteja certo de que poderá pagar as prestações.

7.Conheça e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas
Em suas escolhas de consumo, não olhe apenas preço e qualidade do produto. Valorize as empresas em função de sua responsabilidade para com os funcionários, a sociedade e o meio ambiente.

8. Não compre produtos piratas ou contrabandeados
Compre sempre do comércio legalizado e, dessa forma, contribua para gerar empregos estáveis e para combater o crime organizado e a violência.

9. Contribua para a melhoria de produtos e serviços
Adote uma postura ativa. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas sobre seus produtos e serviços.

10. Divulgue o consumo consciente
Seja um militante da causa: sensibilize outros consumidores e dissemine informações, valores e práticas do consumo consciente. Monte grupos para mobilizar seus familiares, amigos e pessoas mais próximas.

11. Cobre dos políticos
Exija de partidos, candidatos e governantes propostas e ações que viabilizem e aprofundem a prática de consumo consciente.

12. Reflita sobre seus valores
Avalie constantemente os princípios que guiam suas escolhas e seus hábitos de consumo.1. Planeje suas compras.


Link: http://www.akatu.org.br/Temas/Consumo-Consciente/Posts/Conheca-os-12-principios-do-consumo-consciente

 

Instituto Akatu lança campanha pelo consumo consciente da água

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Equipe Akatu 15 out 2014

Na campanha #águapedeágua, instalações são espalhadas por São Paulo com o objetivo de alertar como seríamos “miseráveis” sem a água, esse elemento vital à existência humana

O #águapedeágua é uma campanha de mobilização da sociedade para o consumo consciente de água. Diante da crise hídrica que vivemos em São Paulo e em outras regiões do País, a situação exige uma ação coletiva, integrada e de larga escala, com a participação de vários atores sociais. Na oferta de informações à população, a campanha #águapedeágua busca “desautomatizar” o consumo de água, por meio do engajamento de todos, como cidadãos, em uma nova postura de uso consciente desse recurso imprescindível, de forma permanente.

A plataforma aguapedeagua.org.br, que foi realizada pelo Akatu com o apoio da Olivas Digital, Estilingue Filmes e SambaPhoto, apresenta um amplo repertório de dicas sobre consumo consciente de água e terá vídeos colaborativos em breve.

Para chamar a atenção das pessoas para a importância das ações de cada um reduzindo o desperdício de água, a agência de publicidade Taterka criou várias ações de lançamento da campanha com o slogan “Sem água somos todos miseráveis”, como intervenções em espaços abertos e de grande circulação do público, além de ações de divulgação na mídia (impressa, rádio e redes sociais), com a hashtag #águapedeágua. "Sem água somos todos miseráveis"

Se a água acabasse neste momento, como seria a vida de cada um de nós? Pensando na finitude de um dos recursos naturais mais vitais à existência humana, a estratégia da campanha criada pela Taterka inclui, dentre muitas ações, a montagem de divertidas e curiosas instalações em vários pontos da cidade de São Paulo, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do consumo consciente da água.

Com o slogan “Sem água somos todos miseráveis”, cada instalação mostrará como personagem um produto que só existe para trazer água às pessoas. Uma mangueira “pede”: “Estou sem trabalho. Por favor, ajude”. Um bebedouro “clama” por um copo de água. Há, ainda, um filtro de água que “diz”: “Estou aposentado. Por favor, me ajude”.

Com as instalações, a campanha pretende provocar as pessoas a procurarem e sugerirem soluções para o uso consciente da água na plataforma aguapedeagua.org.br. “Como um bebedouro, um filtro de água ou uma mangueira poderiam ser utilizados caso faltasse água? Todos eles necessitam dela para ‘sobreviver’, assim como nós.

Nosso objetivo é mobilizar as pessoas e lembrá-las de que a água é uma riqueza que precisa ser preservada por todos nós”, diz Eduardo Simon, Sócio e VP de Operações da Taterka. As intervenções estarão expostas em locais como Largo São Bento, Praças Patriarca e República, Campus da FAAP, Conjunto Nacional (avenida Paulista) e algumas unidades do Senac.

“As pessoas talvez não tenham se dado conta do que significa viver sem água. A situação crítica de abastecimento de água em São Paulo nos mostra que a falta da água é uma possibilidade muito próxima – nessa cidade e no Brasil. E o que é possível fazer?

A campanha #águapedeágua tem o objetivo de ajudar as pessoas a descobrirem e colocarem em prática comportamentos que podem contribuir para mudar esse cenário”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente, do Instituto Akatu.

A produção fotográfica da campanha é assinada pelo fotógrafo Mauricio Nahas e o material será utilizado na produção de dois filmes, um na versão de 30’ e outro de 15’. A trilha será feita pela Banda Sonora. Os vídeos reforçam a estratégia de impactar as pessoas de maneira inusitada e de promover uma reflexão sobre como é possível mudar a rotina para consumir água de forma consciente.


Fonte:

www.akatu.org.br/Temas/Agua/Posts/Instituto-Akatu-lanca-campanha-pelo

 

Região sudoeste de Minas começa a investir na cultura do bambu

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Contribuindo para a sustentabilidade do planeta 

A Avifre, instituição sem fins lucrativos, para desenvolvimento e ajuda humanitária, vem promovendo, desde Julho de 2014, cursos de Arte e Sustentabilidade do Bambu, visando a promover e informar sobre as mais variadas formas da utilização de uma madeira abundante e nobre da região .

Contando com o apoio de João Nunes, um dos maiores empresários e pesquisadores no ramo do bambu, a Avifre está mobilizando um grupo de pessoas da região, dispostaas a se envolverem no processo de produção do bambu, desde o plantio, cultivo, tratamento e beneficiamento. Com isto, surgirão várias frentes de trabalho para muitas famílias, jovens e pequenos agricultores da região, além dos benefícios ecológicos tanto para solo, quanto para o clima da região.

Esta mobilização visa também a alcançar parceiros para que torne possível esta iniciativa.

Benefícios do bambu e do grupo em criação

É possível fabricar mais de mil itens com o bambu, desde acessórios, peças decorativas, paisagismos, mobiliários, materiais de construção, quiosques, coberturas, estruturas e produtos manufaturados, alimentos e até remédios e cosméticos.

O que o torna mais recomendável é o fato de ser uma alternativa,, por excelência, de consumo sustentável, uma vez que:

- É a planta que cresce mais rápido em todo reino vegetal;
- De fácil plantio: pode se plantar com a semente, colmos ou rizomas;
- Uma das plantas de maior absorção de CO2 no reino vegetal;
- Uma solução para evitar erosão e recuperação de áreas degradadas/ aterros sanitários;
- Cultura sustentável e altamente renovável na natureza, até em solo degradado;
- Pode substituir a madeira evitando o desmatamento;
- Pode substituir o metal sendo colocado no lugar do ferro na construção civil;
- Próximo a bambuzais aumenta-se o fluxo de água das nascentes;
- Dá para se produzir a biomassa para construção civil com as fibras de bambu;
- Bambu picado pode substituir a areia e a brita, na confecção de concreto leve (Biokreto);

A criação de uma estrutura organizacional na região possibilitará criar e estimular soluções inovadoras com o desenvolvimento de técnicas para o melhor aproveitamento do bambu . Promoverá a formação e aperfeiçoamento de agricultores e artesãos, apoiando desde o plantio até a confecção de produtos manufaturados. Por outro lado, facilitará o processo de escoamento de todo material produzido, tanto de matéria prima como dos produtos manufaturados.

Cursos:

Os primeiros cursos na região foram realizados em Monte Santo, São Pedro da União, Muzambinhoe, agora, também em Guaxupé.

Os participantes receberam informações desde o plantio, preparo, escolha e seleção da matéria prima para confecção de peças, até a apresentação de peças artesanais e semi-industriais e sua aplicação no mercado.

Foi realizada, também, uma oficina para confecção de peças artesanais a serem desenvolvidas por artesãos locais, visando às possibilidades de ser terceirizada pela empresa envolvida neste projeto, a Nunes Bambu, que comercializa e exporta produtos.

Saiba mais sobre o conteúdo dos cursos

O bambu no mundo e seu histórico no Brasil. Apresentação de diferentes espécies de bambus dando destaques às existentes no Brasil. Instrução sobre plantio, manejo, beneficiamento, execução de trabalhos, empreendimento do setor e a lei do bambu no Brasil. Apresentação de uma mostra de produtos de bambus através de slides e vídeos. Manejo e tratamento das varas de bambus.


Para os interessados em fabricação de peças:

Oficina de manuseio de bambus,
Técnicas para identificar e selecionar o material,
Instruções de cortes e uso de ferramentas.
Montar uma peça como treinamento de habilidade e coordenação motora.
Executar amarrações ornamentais para construção de móveis.
Instrução para confecção de acessórios utilitários e decorativos.
Dar ênfase a produtos que venham a ser desenvolvidos pelo projeto.

Contato com o grupo do sudoeste mineiro:
Facebook : bambuemcurso - e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Avifre : telefones (35) 8872 19 35 e (35) 9199 46 99

( Informações fornecidas pela Avifre )

Porque bambu? Alternativa de consumo sustentável:

V É a planta que cresce mais rápido em todo reino vegetal,
V Facilidade no plantio: pode se plantar com a semente, colmos ou rizomas;
V Uma das plantas de maior absorção de CO2 no reino vegetal;
V Uma boa solução para recuperação de áreas degradadas e aterros sanitários;
V Excelente para contenção de solo, evitando a erosão;
V A cerca viva de bambu além de bela pode ser usada como barreira visual, poluição do ar e sonora, isolando áreas industriais e ruídos próximos a rodovias e aeroportos;
V Grande variedade de espécies para utilidades diversas: desde o palito de dente até uma grande construção;
V É uma planta que se desenvolve até mesmo em solo degradado;
V É de cultura sustentável e altamente renovável na natureza;
V Pode substituir a madeira evitando o desmatamento;
V Pode substituir o metal sendo colocado no lugar do ferro na construção civil;
V A resistência à compressão de uma peça curta de bambu pode ser 6 vezes superior ao concreto;
V Próximo a bambuzais aumenta-se o fluxo de água das nascentes;
V Dá para se produzir a biomassa para construção civil com as fibras de bambu;
V Bambu picado pode substituir a areia e a brita, na confecção de concreto leve (Biokreto);
V Drenagem do solo com o uso de colmos de bambu é muito eficiente;
V Cabos de bambu trançado podem ser equivalentes ao aço CA25;
V O uso do bambu para reforço de concreto é anterior a II Guerra Mundial;
V Pode se utilizar como tubulação para irrigação de terra para plantio;
V Remédios e cosméticos podem ser obtidos das substâncias contidas no bambu;
V O bambuzal pode servir de proteção contra catástrofes naturais, como vendavais e tremores de terra. Uso medicinal sabe dos ricos nutrientes encontrados no broto de bambu (proteína vegetal, fibras, aminoácidos, cálcio, fósforo, vitamina B1, B2, e C). A medicina chinesa, por sua vez, já sabe a mais tempo que o consumo regular de broto de bambu ajuda na digestão, previne e cura doenças cardiovasculares e cânceres, abaixa a gordura e a pressão sanguínea.á


Já está comprovado que o bambu é alternativa eficaz.
Agora está na hora de investir no plantio, incentivando os pequenos produtores .

 Lei do Bambu

Sancionada em 8 de setembro de 2011, a Lei 12.484 constitui um mecanismo de incentivo ao cultivo e manejo sustentado dessa gramínea. A medida chega à boa hora, pois o Brasil possui a maior diversidade de bambu das Américas, com cerca de 200 espécies, e cresce o número de agricultores interessados nas vantagens que essa cultura possui e que favorecem ao meio ambiente.

Por exemplo, graças à versatilidade e a resistência da fibra do bambu, ele pode ser usado como matéria prima principal ou complementar à madeira, entrando na fabricação de móveis, utensílios domésticos e objetos de decoração, como luminárias e revestimentos. Sua utilidade também é reconhecida na construção civil, constituindo uma alternativa para o amianto – material que contém substâncias reconhecidamente cancerígenas – na fabricação de caixas d’água. Além disso, pode contribuir para a redução do efeito estufa, a recuperação de áreas degradadas e o controle da erosão e do assoreamento de cursos d’água graças à sua eficiência no resgate do dióxido de carbono (CO²)

A proposta do bambu no Brasil é substituir a madeira, plásticos, metais e vários outros elementos na construção civil.

 

A trajetória de João Nunes

João Nunes, popularmente conhecido como Nunes, nasceu em uma fazenda, em Minas Gerais, que possuía muitos bambuais e, desde pequeno, já fazia brinquedos com esta planta.

Desde criança, Nunes teve contato com o material, para fazer variados brinquedos. Já adulto, graças à amizade com orientais, começou a se interessar por outros objetos feitos de bambu e, em 1995, montou uma pequena oficina para trabalhar nas horas de folga. Era apenas um hobbie, para relaxar e se deu tão bem que, em dois anos Nunes largou o magistério ( era professor de educação física e artes marciais) e passou a se dedicar exclusivamente à desenvolver produtos artísticos e decorativos basicamente de bambu.

A partir da exposição de suas criações no Sistema Integrado de Vendas (SIV), na Riviera, aumentou a procura por suas obras e a criação de novas aplicações do bambu
até na construção civil.

Nunes ampliou sua oficina, criou uma empresa e teve de contratar ajudantes. Desde então, sua empresa vem crescendo e diversificando suas atividades. No ano de 2008 chegou a exportar mais de 20 toneladas de produtos.

Seu aprendizado foi aprimorado no processo de criação e execução de peças. Entre seus mestres estão o colombiano Oscar Hidalgo Lopes e os brasileiros Prof. Dr. Antônio Ludovico Beraldo, da Unicamp, e Prof. Dr. Marco Antônio Pereira, da Unesp Bauru, além da arquiteta Celina Llerena e Robert Norris Zunn.

Em março de 2009, apresentou ao mercado uma Linha de Revestimentos em Bambu, surgindo aí a Bambu Revest. O lançamento foi na Revestir, Feira Internacional de Revestimentos em São Paulo.

E, acreditando nesse mercado crescente do bambu, em 2012, lançou mais uma frente de trabalho, BAMBU Processing com a Estação de Tratamento de Bambu. Nunes apostou na comercialização do bambu, tratado em diversas medidas, para atender a demanda da construção civil, mobiliário e artesanato em geral.

Estudo e pesquisas

João Nunes iniciou suas atividades com bambu, como autodidata. Mas não deixou de busca de estudos específicos, aprofundando os conhecimentos sobre bambu e descobrindo novas possibilidades e vantagens de sua aplicação.

Entre seus mestres estão o colombiano Oscar Hidalgo Lopes e os brasileiros Prof. Dr. Antônio Ludovico Beraldo, da Unicamp, e Prof. Dr. Marco Antônio Pereira, da Unesp Bauru, além da arquiteta Celina Llerena e Robert Norris Zunn.

As atividades de Nunes não se restringem aos cursos, produção e administração dos negócios. Ele se dedica, também, à pesquisa de mais de cem espécies de bambu cultivadas em seu sítio. Desenvolve processos de tratamento da matéria prima e tecnologia apropriada para a manipulação do produto.

Em 2013, as pesquisas ganham novo impulso com a criação do CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSO DO BAMBU, com laboratório e coleção de diversas espécies. Em 2014 é criado o viveiro de produção de mudas de todas as espécies cultiváveis no Brasil.
A proposta do bambu no Brasil é substituir a madeira, plásticos, metais e vários outros elementos na construção civil.
Já esta comprovado que o bambu é a alternativa eficaz. Agora está na hora de investir no plantio, incentivando os pequenos produtores .

Comprometimento Social

O menino nascido em uma fazenda, que se tornou professor, artista artesão , pesquisador e empresário bem sucedido, é também e, principalmente, um agente social
dedicado e comprometido com a comunidade e com a natureza. Ministra cursos para a comunidade, onde quer que lhe seja dada a oportunidade, iniciando a formação de mão de obra especializada em bambu, abrindo novas perspectivas de trabalho e geração de renda. Procura despertar nos jovens o interesse pelo trabalho criativo e pelas amplas possibilidades de trabalho que o manejo do bambu proporciona.

Reconhecimento –

Hoje, o trabalho de Nunes é reconhecido, sendo requisitado para ministrar cursos e palestras em instituições educacionais, comunitárias e acadêmicas.

Em 2010, João Nunes recebeu o título de artista do ano pela Câmara dos Vereadores de Bertioga. Seus produtos já estiveram em várias Mostras de Decoração como Campinas Decor, Morar Mais por Menos, Equipotel, Espaço Veja,Pólo Design e Salão de Design de Interiores Amazônia Móveis. Participou da Casa Cor São Paulo, o segundo maior evento no mundo da decoração, onde um deles foi premiado como Melhor Ambiente. Esteve também na Casa Cor Rio de Janeiro e Casa Cor Sorocaba.

Foi destacado em várias revistas como Arquitetura & Construção, Casa Cláudia e Kaza, além de jornais e televisão.

GUAXUPAZ APÓIA O TRABALHO DO SUDOESTE MINEIRO

A sustentabilidade é um dos eixos da Cultura de Paz. Assim, o Movimento de Cultura de Paz- Guaxupaz tem interesse em divulgar e apoiar ações que contribuam para a sustentabilidade do planeta, da comunidade, das famílias e das pessoas. Apoiamos a iniciativa de agregar pessoas interessadas para incentivar e promover a Cultura do Bambu em nossa região. Que o caminho aberto por João Nunes e pela Avifre possa nos levar a resultados promissores.